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Natal e Réveillon, longe de casa outra vez?

Fala aí fera!

Tá chateado?! Vai ter que passar mais uma vez o Natal e a virada de ano fora de casa?

Nós sabemos que a vida na estrada não é nada fácil. Estar longe da família em momentos como esse é realmente muito triste para alguns, mas outros, até que levam super bem essas questões.

Aniversários, dia das mães e dos pais, páscoa e todo resto. Para quem vive na boleia, celebrar datas importantes com a família é quase uma loteria.

Enfim, este artigo tem o intuito de te ajudar a recuperar o seu ânimo, para não deixar a depressão bater e estragar o seu final de ano.

Por isso, aí vão 3 dicas simples, para você considerar nesta época do ano:

 

1 – Por amor a sua família, alegre-se!

Acredite, as datas comemorativas, em sua maioria, são apenas motivos comerciais criados para incentivar o consumo de presentes. Precisamos ter em mente que o amor pela família precisa estar de pé durante todo o ano. Por isso, embora estar em casa nessas datas seja muito bom, concentre-se no bem que você está para sua família.

Agradeça pela oportunidade de poder trabalhar, visto os índices de desemprego do país. Dê aquela ligada para os seus amigos e familiares… Curta como puder, onde estiver, com quem estiver ao seu lado. Essa é uma hora de fraternidade e comunhão, portanto, tente não se isolar. Sempre saem boas histórias para contar dessas situações.

 

2 – Redobre os cuidados na estrada

Infelizmente, nem todo mundo que utiliza a estrada tem a consciência de um profissional. Muita gente irresponsável e inconsequente dirige e assombra as rodovias e, no período de férias, esse número se multiplica.

Mantenha uma direção defensiva. Não corra riscos desnecessários e evite também, ser você o causador de problemas. Uma grande dica para isso é não entrar em discussões desnecessárias. Deixe os ignorantes falando sozinho e siga seu rumo.

 

3 – Celebre as suas vitórias!

A vida não tem graça se você não se permitir viver um pouco ou celebrar as suas vitórias.

Mantenha o seu trabalho em ordem, faça os sacrifícios necessários e possíveis, mas, de vez em quando, separe um tempo e uma parte de seus rendimentos para fazer aquilo que você gosta!

É isso mesmo!

Vai trabalhar no fim do ano? Ok! Mas deixe aquele churrasco, aquela pescaria, o futebol com os amigos ou a saída com a família, já engatilhados para a sua volta.

Enfim, longe de nós querermos ensinar “motorista a dirigir” ou “Padre a rezar missa”… Essas dicas são apenas uma forma de dizer a você, que nós nos importamos com você!

Queremos que o seu Natal e o Réveillon sejam abençoados e que, mesmo que você esteja na estrada, sua consciência esteja tranquila, em paz e com alegria.

Escreva aqui abaixo ou em nossa página no Facebook, onde você vai passar as festas de final de ano.

Poste uma foto sua, da família, dos amigos e mande o seu feliz natal para toda a nossa comunidade de profissionais, diretos e indiretos, do segmento de transportes e cargas do Brasil.

Aguardamos sua participação!

 

 

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Climatizador para Caminhão x Ar Condicionado

Fala aí fera!

Climatizador para Caminhão x Ar Condicionado? Vamos falar hoje, sobre essa dúvida que encontramos todos os dias, principalmente, na página da Climatizar lá no Facebook.

Muita gente nos pede por que ninguém inventa um Ar-Condicionado que funcione com o caminhão desligado, ou então, quais são os reais benefícios dos climatizadores para caminhão.

No artigo de hoje, vamos procurar esclarecer essas dúvidas, para que você também possa fazer a sua escolha na hora de adquirir um equipamento que seja melhor para o seu caminhão, para a sua saúde e para sua qualidade de vida na estrada.

 

Climatizador para Caminhão

Características e Benefícios:

Os climatizadores para caminhão têm como principal característica, a relação com a umidade do ar. Ou seja, o climatizador, através de seu reservatório de água, trabalha circulando e umidificando o ar do ambiente, combatendo as altas temperaturas de forma mais saudável ao ser humano.

A umidade do ar é importantíssima para um bom fluxo respiratório e, inclusive, auxilia no combate às alergias. Também por isso, seu uso contínuo é recomendado e adequado, tanto para os períodos de trabalho (enquanto o caminhão está rodando), quanto para os períodos de parada, como à noite, por exemplo.

Outro grande benefício dos climatizadores para caminhão é a pouca energia necessária para o seu funcionamento. Segundo especialistas da área, o consumo de energia de um climatizador gira em torno de 10% do consumo de um ar condicionado.

Esta grande diferença é um dos principais motivos pelos quais os climatizadores são tão recomendados, afinal, com o caminhão desligado, torna-se praticamente inviável manter um ar-condicionado funcionando continuamente.

Embora, a nossa maior preocupação, seja mesmo com a qualidade de vida dos estradeiros. Uma boa noite de sono, com uma cabine bem arejada e com a umidade do ar controlada, pode garantir um dia a dia mais tranquilo e equilibrado, o que ajuda a reduzir o impacto da distância de casa.

Imagina você sair de casa para trabalhar e voltar toda vez doente? Pulmões e garganta ressecados e com todo o tipo de alergias, como rinite, tosse e outros, lhe incomodando incessantemente…

Mas seria o ar condicionado, portanto, um vilão?

É o que vamos ver agora!

 

Ar Condicionado para Caminhões

Primeiro, respondendo à pergunta a cima: Claro que não!

O ar condicionado não se torna um vilão, simplesmente por seu uso contínuo, não ser recomendado. Afinal, tudo em excesso faz mal, não é mesmo?!

A questão é que o ar condicionado trabalha em processo diferente dos Climatizadores para caminhões. Eles substituem o ar de um ambiente pelo ar gelado, reduzindo a umidade deste ar, o que acaba ocasionando as tradicionais irritabilidades e alergias, como a da garganta e o ressecamento dos olhos, quando a exposição se dá por tempo prolongado. Embora, os novos equipamentos utilizem filtros para redução de ácaros, fungos e bactérias.

Em regiões de clima muito quente, onde a umidade do ar é estável, o uso do ar condicionado é ideal para a redução rápida de temperatura do ambiente. Com ele, pode-se rapidamente reduzir as temperaturas para algo entre 18 e 22 graus, para então, serem mantidos com o uso do Climatizador ou Interclima.

Motoristas experientes e que rodam por todos os cantos do Brasil e, também por outros países, costumam fazer uso dos dois aparelhos, sempre utilizando o ar condicionado pontualmente, porém, fazendo uso contínuo do Climatizador.

Cabe também comentar, que pelo alto consumo de energia, o ar condicionado também reduz a potência do motor, aumentando o consumo de combustível durante o seu uso, O que com o Climatizador, isso não acontece.

 

Conclusão

Não é nosso intuito aqui neste texto, apenas ressaltar os benefícios dos Climatizadores por se tratarem de nosso principal produto, mas alertar você quanto ao uso racional dos recursos que podem melhorar sua qualidade de vida de vida na estrada.

Como dissemos acima, claro que o ar condicionado pode reduzir as altas temperaturas mais rapidamente, mas é imprescindível que ao permanecer por longos períodos de tempo em um ambiente fechado e pequeno, como a da cabine de um caminhão, você faça o uso de um Climatizador para poder manter a umidade do ar em um nível agradável para sua saúde.

Esperamos ter ajudado!

Agora, compartilhe este conteúdo com seus amigos nas redes sociais! Mostre que além de uma fera no volante, você também é uma pessoa muito bem informada!

Até o próximo conteúdo!

  

 

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Me dá uma carona, aí?!

Fala aí fera! Que bom ter você aqui conosco!

 

Ei, me dá uma carona aí?! Quem nunca ouviu esta solicitação, hein?

Pois é, dar carona, pode ser uma aventura bacana, afinal ter alguém para ir conversando, pode ajudar o motorista a manter-se atento, além de tornar a viagem mais agradável e atrativa.

Todos nós sabemos os riscos que a polêmica carona pode oferecer, de assaltos a sequestros, entre tantas coisas ruins já relatadas por diversos profissionais do volante.

Mas e o lado bom dessa história? E quando nos deparamos com uma pessoa bacana, honesta e simpática, que precisa chegar até algum lugar que faz parte de nosso roteiro? Como negar essa mãozinha?! E mais, por que negar? Quem sabe, um dia podemos ser nós a precisar…

 

Relato de um caminhoneiro (anônimo)

 

Vamos chamar de Mário, o nosso amigo caminhoneiro que contou esta pequena história, mas que não quis se identificar.

 

Certa tarde, Mário estava arrumando seus apetrechos de viagem, limpando a cozinha do caminhão, quando decidiu ir mercado comprar alguns alimentos, para completar o estoque que sempre carregava.

Chegando ao mercado, na fila do açougue, Mário percebeu um senhor que discutia com o açougueiro sobre o corte de uma carne que, segundo ele, havia estragado a peça.

“Como posso preparar essa picanha agora, se você atravessou todos os cortes dela? Eu lhe expliquei exatamente como eu a queria!” Esbravejou o homem, que não chegava a estar brabo, mas sim, visivelmente descontente.

Passado o incidente, Mário ficou curioso com o fato e ao reencontrar aquele senhor, logo após, em frente a prateleira de frios, puxou conversa, perguntando ao homem o que ele queria preparar com a carne mutilada pelo açougueiro.

“Rapaz, eu prometi a um amigo que prepararia uma picanha em tiras, com um tempero que é um segredo de família, entretanto, eu precisava do corte correto, contra as fibras e não a favor, pois o forno pode endurecer a carne. Expliquei exatamente como eu queria, mas não me deram ouvidos.” Respondeu o homem.

Por aproximadamente 10 minutos, Mário e o tal senhor, seguiram conversando e comentando sobre preparo de carnes assadas em forno e na brasa. Logo após, despediram-se e Mário retornou a sua casa.

No outro dia, depois de despedir-se da família para mais uma viagem, Mário passou no posto de combustíveis, como de costume e ao descer para assinar sua nota, percebeu um homem com uma mala, comentando que precisava de carona até uma outra cidade, pois, segundo ele, não havia ônibus para tal lugar nas próximas horas.

Inicialmente, Mário deu de ombros, afinal, dar carona não era uma opção para ele. Mas, atento a conversa, reconheceu a voz e aproximou-se do caixa, onde o homem conversava com o balconista. Para sua surpresa, era o mesmo homem que, no dia anterior, Mário havia feito amizade instantânea.        

Os dois cumprimentaram-se e após o homem argumentar sobre seus motivos de estar buscando carona, Mário sensibilizou-se e propôs uma troca, em tom de brincadeira:

“- Eu lhe dou a carona, mas em troca, você vai me ensinar o segredo do tal molho que você ia aplicar naquela picanha.”   

O homem sorriu e aceitou de pronto. Um firme aperto de mãos e os dois já pareciam amigos de muito tempo.

Em aproximadamente 7 horas de viagem juntos, Mário descobriu que aquele homem era um ex-proprietário de um restaurante e que sabia muita coisa sobre preparo de carnes.

Além do tal “tempero de família”, o homem ensinou-lhe diversos truques sobre cortes de carne, preparos especiais e até, como servir cada prato, com os acompanhamentos adequados.

A viagem passou muito rapidamente! Pela alegria da conversa, os dois poderiam passar muito mais horas contando histórias, mas ao chegar ao destino, o homem agradeceu a carona, despediu-se e se foi.

Mário nos contou que nunca esqueceu deste fato, pois descobriu que uma simples conversa, pode dar início a importantes amizades, além de trazer aprendizado e tornar o dia na estrada menos cansativo e solitário.

 

Mas vamos lá! Sabemos que nem todas as histórias de carona são divertidas ou terminam tão bem quanto a esta. E é por isso que lhe perguntamos:

Você tem alguma história relacionada a carona? Independente se você era o caroneiro ou o motorista… Conte-nos uma passagem interessante de sua vida, ligada à carona, aqui no campo de comentários, logo abaixo.

Será um prazer poder curtir a sua história!

 

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A Obrigação do Exame Toxicológico para Motoristas Profissionais

Fala aí fera! Tudo bem contigo?

Que bom ter você por aqui conosco!

 

O assunto desta postagem é polêmico demais, concorda? O Exame toxicológico que foi imposto pelo governo federal, como uma medida para reduzir o índice de acidentes ocasionados pelo consumo de drogas nas estradas, ainda divide opiniões.

Segundo diversos especialistas, nada garante que uma pessoa não vá fazer uso de substâncias proibidas após passar no teste. Até porquê, o problema principal em questão é a conjugação de drogas e volante ao mesmo tempo, ou seja, assim como o álcool, que é uma substância legalizada no país, a recomendação é que os motoristas não estejam sobre o efeito deste, “quando forem dirigir”.

“Não existe comprovação da eficácia do exame toxicológico dentro do processo de habilitação, como foi imposto pela atual legislação federal. Por isso, o Detran-SP, diversas entidades médicas e muitos profissionais não são favoráveis a essa medida. Seria mais efetivo realizar um exame na própria via, por exemplo, o que comprovaria se o condutor realmente dirige sob efeito de drogas”, ressalta Maxwell Vieira, diretor de Habilitação do Detran-SP.

Depoimento extraído do artigo:  Exame toxicológico para motoristas profissionais passa a ser obrigatório em SP

 

Contextualizando

 

 

A partir do dia 2º de março 2016, entra em vigor a Resolução 517, criada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), e que exigirá de motoristas de caminhões, ônibus e vans a apresentação de exames toxicológicos de larga janela de detecção, juntamente com os demais exames médicos obrigatórios, como condição para obter ou renovar a carteira de habilitação nas categorias C, D e E.

No dia 2 de março de 2016 entrou em vigor a Resolução 517, criada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que exige que motoristas de caminhões, ônibus e vans apresentem exames toxicológicos de larga janela de detecção, juntamente com os demais exames médicos obrigatórios, como condição para obter ou renovar a carteira de habilitação nas categorias C, D e E.

Estas exames, realizados através de amostras de queratina extraídos de unhas, cabelo e pelos, detectam a presença de substâncias como maconha, cocaína e crack no organismo, quando consumidos dentro de um determinado período de tempo. O objetivo principal é evitar a contratação de pessoas com dependência química ou com problemas de uso recorrente, mesmo que esporádico.

Para obter um resultado negativo é necessário ficar longe do consumo destas substâncias, por um período de pelo menos 3 meses, antes da realização do exame. Este, é considerado pelos especialistas, um período de abstinência muito difícil de ser alcançado por usuários assíduos de drogas.

 

Resultados Esperados

O objetivo do Contran é afastar das estradas, inicialmente, os dependentes químicos com maior frequência de uso de drogas, até porquê, um usuário esporádico consegue resguardar-se facilmente pelo período de 3 meses. O que não garante que este não voltará a usar ou até intensificará o uso posteriormente.

 

A aplicação de leis sobre a redução da carga horária para os caminhoneiros teve intenção semelhante, de reduzir a percepção de necessidade de aditivos tóxicos, para afastar o sono e dar ao motorista maior tempo de atividade, comuns a profissionais com cargas de horários apertados e itinerários excessivos.

 

Todos nós sabemos a importância que a saúde tem na qualidade de vida, mas o controle sobre os hábitos das pessoas, fora do seu horário de trabalho, como pré-requisito para o desempenho de suas atividades, é um dos argumentos que tem causado maior parte das queixas, por parte de motoristas e de especialistas de setor de transporte, contrários a estas medidas. Ainda são relatados o alto custo e a demora para conclusão dos exames como outros fatores negativos.

Enfim! Vivemos em uma democracia, independente de leis, todas as opiniões precisam ser respeitadas!

Por isso, queremos saber de você. Você que é o maior interessado neste assunto:

Você é a favor ou contra a obrigação do exame toxicológico para a renovação das carteiras profissionais de habilitação?

Fala aí fera!           

 

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Novas regras para amarração de cargas nas estradas brasileiras

Fala aí fera! Tudo certo?!

A novidade desta vez é sobre a amarração de cargas nos chamados “Carga Seca”.

A nova lei está deixando alguns dos nosso amigos caminhoneiros de cabelo em pé, afinal, muda regra para cá, muda regra para lá, mas para melhorar a situação mesmo, está difícil de se visualizar alguma coisa, concorda?!

Veja a matéria completa aqui abaixo, depois escreva nos comentários a sua opinião sobre o assunto, ok?

Encontramos essa matéria no site → Portogente – Fazendo o mundo mais ágil.

 

Confere aí >>>

Embora alguns motoristas torçam o nariz para a Resolução 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta a amarração de cargas no Brasil, a mudança não traz nenhum prejuízo para os profissionais do transporte rodoviário de carga. É o que afirma o engenheiro Rubem Penteado de Melo, uma das autoridades no assunto no país e autor do livro “Amarração de Cargas”.

A nova Resolução passa a valer em 1.º de janeiro de 2017 e proíbe, entre outras coisas, a utilização de cordas para amarração, sendo substituídas por cintas, correntes ou cabos de aço.

 

“A mudança pode ser resumida em uma afirmação: nós teremos veículos de carga mais seguros em circulação a partir de 2017 em todo o Brasil. Cordas servem apenas para amarrar a lona que protege a carga, mas não são apropriadas para prender, porque elas esticam, não têm resistência adequada e sofrem influência de intempéries”, afirma.

 

As novas regras determinam que os veículos fabricados a partir de 1.º de janeiro de 2017 já obedeçam a resolução. Já os veículos que estão em circulação estarão sujeitos ao cumprimento da norma a partir de 1.º de janeiro de 2018, tendo mais um ano para a adaptação.

 

Entenda

Em setembro do ano passado, o Contran publicou a resolução 552, que estabelece novas regras para a amarração de cargas. A mudança determina que os veículos fabricados a partir de 1.º de janeiro de 2017 já obedeçam as novas regras. Já os veículos que estão em circulação estarão sujeitos ao cumprimento da norma a partir de 1.º de janeiro de 2018. Ou seja, os transportadores terão até o fim de 2017 para adequarem seus veículos aos requisitos estabelecidos pela legislação.

 

Dentre as proibições, destaca-se a utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura, quando exigível. A resolução proíbe também a utilização de dispositivos de amarração em pontos constituídos de madeira ou, mesmo sendo metálicos, que estejam fixados na parte de madeira da carroceria.

 

Deverão ser utilizados cintas têxteis, correntes e cabos de aço, com resistência total à ruptura por tração de, no mínimo, duas vezes o peso da carga. Já as barras de contenção, trilhos, malhas, redes, calços, mantas de atrito, separadores, bloqueadores e protetores poderão ser utilizados como dispositivos adicionais.

 

O texto estabelece também novas regras para o transporte de cargas indivisíveis em veículos do tipo prancha ou carroceria, como máquinas e equipamentos. Fica determinado que esse tipo de carga deverá conter pelo menos quatro pontos de amarração, por meio da utilização de correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entres esses tipos.

Outro ponto importante a ser destacado é que os dispositivos de amarração só poderão ser passados pelo lado externo da carroceria em veículos do tipo carga seca quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria.

 

Outro lado

Mas mesmo com os benefícios, a nova resolução não agradou alguns motoristas. Entre os profissionais, há comparações da lei de amarração com outra decisão do Contran, como a do extintor, quando o órgão decidiu que a troca do equipamento pelos do tipo ABC seria opcional. “Alguns motoristas comparam dizendo que tanto o caso dos extintores quando o da amarração não servem para nada, apenas para atrapalhar o trabalho dos motoristas, mas o único objetivo é garantir a segurança no trânsito”, explica Melo.

Ainda segundo o engenheiro, o Brasil estava 40 anos atrasados em relação às atualizações sobre amarração de carga. “Além do impacto direto na melhoria da segurança no transporte rodoviário, os maiores beneficiados são de fato os próprios caminhoneiros. Eles vão encontrar veículos mais modernos, que permitirão melhores condições durante as operações de carga e descarga”, esclarece.

 

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O Polêmico Baú Multiuso

Fala aí fera! Tudo bem com você?

Em nossas zapeadas pela net, pudemos rever essa novidade, que causou polêmica quando foi lançada e continua dividindo opiniões, o Baú Multiuso.

Vamos acompanhar aqui abaixo, o texto redigido por Lucas Duarte para o Blog Caminhões e Carretas.

Assista ao vídeo na íntegra!

 

Recentemente duas imagens de um semirreboque baú, transportando grãos, causaram bastante repercussão nas redes sociais. Dentre os comentários algumas críticas, mas também muitas dúvidas e elogios. Diante da grande repercussão tivemos a oportunidade de conversar e conhecer um pouco mais sobre a empresa que desenvolveu o Baú Multiuso. 

A Multiuso Implementos Rodoviários é a empresa responsável pelo desenvolvimento da solução, que atualmente está disponível em diferentes configurações, desde semirreboque 3 eixos até rodotrens, sendo totalmente adaptável as necessidades do cliente.

A estrutura interna do Baú Multiuso é totalmente reforçada, impedindo a deformação das paredes e colunas, devido a pressão exercida pelos grãos durante o transporte. Outra vantagem da forração interna é que o grão não entra em contato com o alumínio, evitando assim uma eventual contaminação ou perda de qualidade. O Baú Multiuso conta ainda com cintas que unem as paredes internas, bicas de escoamento e alçapões de carregamento.     

Tratando-se de peso, um dos quesitos mais importantes atualmente no transporte rodoviário de cargas, o Baú Multiuso apresenta a mesma tara do semirreboque basculante. Em relação ao semirreboque graneleiro a diferença é de apenas 1 tonelada.

 

Lucas Ferla, sócio da Multiuso Implementos destaca alguns benefícios do Baú Multiuso, “entre os eventuais benefícios está o fim do ‘frete-retorno’, que corrói a margem de lucro das operações de transporte. Muitos transportadores ficam sem opção de carga em uma das pontas (carga ou descarga), tendo muitas vezes que se submeter a um frete muito baixo ou percorrer uma quilometragem considerável na busca de opções melhores”.

Outro grande destaque do baú multiuso é sua vedação, que impede qualquer perda de grão durante o transporte. Estima-se que hoje há uma perda de 10% da safra de grãos nas estradas.

Segundo a Multiuso, as unidades comercializadas estão atendendo as expectativas dos clientes e sendo muito bem aceito nos parques de carga e descarga existentes no Brasil. “As primeiras unidades produzidas estão gerando uma aceitação fantástica, pois ele é mais versátil do que o graneleiro convencional, tem tara muito parecida, não perde grãos e ainda dá a opção de contratar o transporte de mercadorias variadas”, completa Lucas Ferla. 

Atualmente a Furgobento Indústria de Furgões, localizada em Farroupilha – RS, é a única empresa licenciada para a produção do Baú Multiuso. Segundo a Multiuso Implementos há estudos visando a ampliação da rede de parceiros, porém é um processo cauteloso, em função da qualidade e garantia que a empresa quer proporcionar ao cliente. 

 

Texto original postado aqui → Vídeo: Conheça o Baú Multiuso

E aí fera, qual a sua opinião sobre este novo modelo de Baú?

Comenta aí!

 

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